Meus queridos amigo seguidores

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Estou sempre ao teu lado.




Tu pecas perdôo-te
Tu choras sorrio-te
Sente-se desprezado
Estou sempre ao teu lado.


Se te fazem chorar enxugo teu pranto
Sente-se frio te cubro com meu manto.


Ensinei-te a viver a caridade
Para praticar com seus irmãos
Não seja presa da maldade
Ame tenha compaixão.


Eu sou a luz a verdade, teu guia
Aquele que te da mansidão
Não haja com uma alma fria
Nem viva na escuridão.


Não deixe seu amor acabar
Não viva de enganos e tribulação
No seu coração quero entrar
Não quero que sofra com ilusão.


Nessas palavras estou presente
Sinta a força, a minha luz
Amo-te não sou um Deus ausente
Meu irmão, minha irmã, Eu sou Jesus!


Autoura:






Quinquagésimo nono poema.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Tristeza de não ser entendida.







Ás vezes bate um vazio de sofrimento
Por palavras que não quero nem pensar
Só me fazem chorar neste momento
E vejo nuvens escuras no meu olhar.


Tanta poesia de amor e carinho te dediquei
No momento de delírio jogaste no chão
Desprezando todo o amor que eu te dei
Machucando e ferindo esse pobre coração.


Toda explicação, mero esforço não me ouvias
Não tem razão pra que veja me torturar
Sem entender aceito seu adeus neste dia
Mais amizade e poesia jamais irei abandonar.


Em meu coração tem um lugar especial
Que nada nem ninguém podem roubar
Mesmo que me despreze e me entendas mal
Meu pensamento em ti vai estar
Autora:






Quinquagésimo oitavo poema.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Amor de verdade.




Um amigo me contou sobre uma família de verdade
Até no inicio ele achou ter perdido sua liberdade
Pois em frente do seu quarto no topo da árvore de ipê
Um casal resolveu pousar e encontrar a felicidade.


Essa família é um casal de bem-te-vi
Que com seu canto estridente e alegre
Acordava cedo muitos que moravam ali.


O filhote de bem-te-vi tentou voar e caiu no chão
Veio se dependurar em uma planta no canto do muro
Nesse momento que meu amigo narrava esta situação
Percebi já estava preocupado com bem-te-vi e seu futuro.


Os pais vieram em galho baixo bem próximo e cantando alto e forte.


Voando da planta aos galhos para estimular o filhinho a voar.


E ele só observar tudo e torcendo pelo filhote e sua sorte.
Com a certeza que no final o passarinho estaria no ar.


No final dessa história eu percebi
Meu amigo se apaixonou pela família do bem-te-vi
Pois ele mesmo me disse que descobriu
Que amor de verdade estava ali.


Autora:






(Esse é um fato real que o meu amigo  Allan me contou e por isso dedico a ele essa poesia)


Quinquagésimo sétimo poema

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Jardim encantado.





Em uma tarde esplendida e radiosa
Colhendo uma flor em um lindo jardim
Senti-me toda linda e formosa.
Abriu-me então um sorriso marfim.


Em matéria de amor e sentimento
Há uma luz que irradia minha alma
Por isso que um pouco eu entendo
Que depois da dor sempre vem á calma.


Existe um brilho no meu olhar
Sinto que desta luz que emana
Dádiva sublime que me faz sonhar
Com um amor que meu ser reclama.


Neste lindo cenário colorido
Minha vontade era ali ficar
Tão verdinho e tão florido
Que todos os jardins queriam igualar.


Se um dia meu sonho se realizar
E você perceber minha louca paixão
Quero contigo nesse jardim estar
Pra curar meu sofrido coração.Autora:






Quinquagésimo sexto poema

domingo, 23 de janeiro de 2011

Em busca de um amor




Meu olhar rasga o horizonte
Em busca de um amor amante
Sinto- me tão triste nesta tarde
Falta de um colo aconchegante

É tão bom sentir-se amada
E é tão bom poder amar
Quando me vejo apaixonada
Coração só faz sonhar.

Talvez nunca encontre
Um amor dos meus sonhos
Mas tenho um coração tão belo
Que se torna risonho.

Encanto-me com seus versos
Suas poesias de amor
Meu coração esta aberto
Pra receber o carinho do teu calor.

Não sei se me amas
Mas sinto que me observa
Coração anda em chamas


                            
                                

sábado, 22 de janeiro de 2011

Desejos guardados.

Sei que ainda você me ama
Sinto que teu coração, me chama
Posso ver teus olhos nos meus
Tuas mãos quentes e macias,
Procurando-me, acariciando-me.

Sente em teu corpo
O sabor da nossa emoção
Abraços apertados
Em desejos, guardados
Reprimidos, repletos de paixão.

Ainda procura pelo meu olhar
Aquele que te invadiu...
Em uma noite de luar.

Momentos vividos profundos
Marcados em mim...
Em dias desejamos, de loucuras
De amor sem fim...

Quando se ama
A entrega é total
E em nossa gama
Ouve uma chama
De um amor sem igual.
Autora :



Quinquagésimo quarto poema.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Vazio que maltrata


Um vazio que doe
Um frio que destrói
Alma sofrida, entristecida
Banhada pelas lágrimas que cai.


Estou longe de mim
Tão distante...
Coração errante...
Que amou,amou se esvaziou.


Não encontro resposta
Ecoá um grito que sufoca
Um nó que não desata
Uma tristeza que maltrata.


Sinto sua falta..
Você que prometeu
Que não me deixaria
Que desta vez ficaria
Me protegeria...


Cadê você?
Devolva meu coração.
Não me deixe na ilusão.
Me tire dessa solidão.


Cadê suas palavras?
O apoio que me dava?
Eu não era sua querida?
Sua protegida?


Confiei tanto em você!
Dei-te minha vida
Meus sonhos...
Tudo foi engano.


E agora o que eu faço?
Como desfaço?
Esta dor, esta confiança?
Essa esperança.


Preciso me refazer
Te esquecer, reviver
Mas como?
Se você levou meu coração...
Me deixou sem solução, sozinha
Nesta prisão?


Não sei, o que eu faço...
Me sinto em pedaços...
Que precisam ser, cicatrizados
Restaurados,lapidados...


Só me resta meu Senhor
Aquele,que me amparará
Me segurará,me ajudará
Ficarei com essa esperança
Nessa confiança.


Mas acreditando,que você esta bem
Que não precisa de mim..
Pois somente assim...
Essa dor terá fim.
Autora:










Quinquagésimo terceiro poema.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

No embalo da canção.


No embalo da canção
Levarei meu corpo...
Dançarei,nesta sintonia
Sentindo toda emoção.

Nesta dança,me despedirei
De toda tristeza e dor
Ninguém, me segurará
Em cada passo,o amor.

Toda emoção será sentida
Toda vibração será vivida
Te convido,vem dançar?
Sinta também,esta emoção
Entre no embalo desta canção.

A dança,cura a alma,
Ela traz a calma...
Tira toda angústia e desilusão
E acalma o coração.

Vem... vamos dançar?
Acompanha-me...
Pegue minha mão..
Viajaremos,neste embalo
Neste mesmo compasso.

Já me sinto tão bem!
Vem você também...
Deixe as tristezas de lado
Da uma vibra nela,e jogue-a
Pra bem longe,para o além.

Vem...Vem você...Também?
Que alegria,que emoção
Amei essa canção!

E sempre,sempre...
Quando triste estiver
Com coração ferido,machucado
Lembrarei desta dança
E dançarei,como se você
Estivesse ao meu lado
Te amo meu amado. 
Autora:







Quinquagésimo segundo poema

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Desencanto


Estou cansada de amar
E só receber desamor
Horas e horas a fio
Tentando levar amor
E recebendo tanta dor.

Tanta lágrima dentro de mim
Tanto sabor amargo,de uma
Vida tão sofrida,vivida
E nada de ser compreendida.

Mas que que adianta
Dizer que sofro,que choro
Se nem um alento terei
Pra aliviar o peso do meu entender.

Vou continuar vivendo
Caminhando sofrendo
Fazendo de conta,que não te vejo
Não te desejo,que foi uma mera
Ilusão,criada na minha mente no meu coração.

Pois não adianta mais dizer que doe
Pois no fundo já decorei seu jeito
Seu texto com pretexto que destrói.

Já vi que não adianta mudar de amor
Pois com ele vem uma nova dor.

E me falta tanta coisa na vida
Que me passa desapercebida.

E tanto ainda preciso crescer
E percebo que muito vou sofrer.

Mas prossigo,sem parar...
Continuo sem regressar..
Amando,chorando e me calando.

Mas um dia eu sei que hei
De encontrar meu verdadeiro
Amor,aquele que me dará
Toda paz e tirará toda dor.
Autora:



quinquagésimo primeiro poema.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Sonho tão real


Sonhei que estava em uma ilha encantada
Tudo era fantástico e tudo me fascinava
O rio começava a evaporar,suas águas
Transformavam-se em nuvens que aos poucos
Entregavam-se aos braços acolhedores do vento.

E eu flutuava nas aguas densas,calmas,
Atenta aquele momento,curtindo cada sentimento.

O amor pairava no ar,as pombas voavam sobre
Minhas mãos e como em um toque mágico,elas
Cantavam e através de seu canto,podia-se
Traduzir: seu amor te espera na beira-mar,
Ansioso, para te ver e assim te amar.

A alegria tomava conta de mim,tudo era
Tão real,tão deslumbrante não devia ter fim.

Ali meu sonho iria se realizar,em seus braços
Eu iria me entregar,saciando meu amar.
Mas tudo não passou de um sonho,que eu
Tivera,e assim acordei e tudo acabou
Mas por uns momentos eu vivi o amor.

Espero que algum dia eu volte a sonhar
E nesta ilha encantada voltar
Mas ao teu lado eu quero estar
E para sempre,todo sempre te amar.
Autora:






quinquagésimo poema.



segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Queria ser uma sereia.


Queria ser uma sereia
Para poder te encantar
Viver no mar,e nas areias
Para longe de todos ficar

Ficar sempre cantando
E aos seus ouvidos chegar
Você com meu canto
Irá se apaixonar.

Com meus olhos te hipnotizar
Com minha boca,te beber
E assim poder te amar
para sempre ser seu viver.

Levarei te a um castelo
E assim juntos viveremos
Com a noite de luar
Nossa saudades mataremos.

Autora:





Quadragésimo nono poema


Solidão no meu caminho



A tarde se entristeceu
Comoveu-se com minha dor
Gaivotas voando no céu
Você brincou com meu amor.

Sinto os pingos caindo
E vejo uma imensa escuridão
O amor esta partindo
E meu coração na solidão.

Viver assim sofrendo
Eu prefiro viver só
Você mesmo sabendo
Só me machuca tenha dó.

Um dia sentirá minha falta
Mais muito tarde será
Meu ego estará em alta
E você nunca mais me verá.

Você pode continuar
A ferir meu coração
Mas sei,que um dia
Estará chorando essa
Mesma solidão.


Autora:



Quadragésimo oitavo poema.




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domingo, 16 de janeiro de 2011

Recanto floral



Hoje é um dia tão belo, tão especial
Fico olhando quanta beleza
Neste recanto floral.

As margaridas tão lindas combinam
Com as arvóres de algodão.
E eu aqui pensando
Como esta seu coração.

A flores rosas me lembram
Sua face tão bela,seu sorriso
Tão meigo,me lembra a aquarela.

Vejo esta borboleta voando
Com tanta doçura, e eu querendo
Ser,quem tanto você procura.

Não posso estar a seu lado
Mas meu coração esta,desejo
Seja feliz meu amado,onde quer que vá.

As vezes me entristeço,olhando
Para o infinito,pois gostaria
de poder ver seu rosto tão bonito.

Com este verde lindo da esperança
Nesse recanto floral,guarde esta
Minha lembrança neste dia especial.

Autora:




Quadragésimo sétimo poema.

sábado, 15 de janeiro de 2011

A última Flor.


Quero esta última flor te entregar
E dizer que você me fez muito bem
Me deu momentos de puro amar
Que levarei para o além.

Agora desejo que sejas feliz
Com esta flor colhida e singela
Neste lindo gesto que eu fiz
Mesmo em meio a procela.

Que entre nós possa ao menos durar
A amizade,que a ti dediquei
E todo carinho que um dia ofertei
Possas realmente guardar.

Que um amor sincero possa encontrar
E amar a ti do jeito que merece
Pois tens um grande coração
E quem te ama nunca te esquece.

Autora:




quadragésimo sexto poema

Somente por amor.


Como é bom te amar
E sentir este brilho
Do teu olhar me tocar

Neste momento, o fogo
Da paixão, me queima
E surge um contentamento
Que me faz delirar.

Sinto-me no mais alto
Do céu nas nuvens a flutuar
Olhando dentro do teu olhar

Somente por amor...
Meu coração encontra
A razão de continuar

Somente por amor
Vivo há sonhar buscando
Sempre teu amar.


Não vá, volte! Não me deixe
Sei que me amas e também
Sente este mesmo desejo.

Estou a te esperar volte!
Vem me amar...
Somente por amor.

Autora:


Quadragésimo quinto poema.

Deixo-te livre.

Amo-te no mais profundo do meu ser
Amo-te por sentir que me tocas a alma
Amo-te e amar-te me faz viver
Amo-te e este amor me traz calma.


Se não me amas mesmo assim te amo
Se não me amas permaneço neste amor
Se não me amas lágrimas derramo
Se não me amas coração sente dor.


Deixo-te livre como um pássaro
Para voar e assim cantar
Mas saiba aqui sempre te espero
Pois meu coração só sabe te amar.


Autora:



Quadragésimo quarto poema

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Sonho encantado onde esta você?


Em uma tarde imprevisível
Vagava-me pensamentos
Luz transluzente mar visível
Marcas de sentimentos...

Teu rosto tão lindo, vindo
Em minha direção...
Numa admiração, quase latente
Posso sentir o hálito da tua respiração

Sinto seus braços me aconchegando
Seu corpo no meu se encostando...
O seu cheiro é inevitável...
Lembranças de um amor louco
Que ainda vive em meu corpo

Minhas mãos fascinadas percorrem
Seu corpo com o toque dos meus dedos
Desvendando seus segredos,
Sentindo o cheiro do desejo.

Sem perceber a emoção toma conta de mim
E a saudades provoca uma lembrança quase
Que real, mas em um instante mágico...

Vem á tona e percebo não passou de
Um sonho anormal.

Onde esta você meu sonho encantado
Volta vem me ver...
Preciso de você aqui do meu lado.

Autora:



Quadragésimo terceiro poema

Eu quero estar junto a ti

Eu quero estar junto a ti
Porque tu me da alegria
Afasta de mim a nostalgia
E me faz reviver a cada dia.

Eu quero estar junto a ti
Porque me sinto segura
Me trás paz e ventura
Com um sorriso de ternura.

Eu quero estar junto a ti
Sentir o pulsar do teu coração
Embriagar-me desta emoção
E morrer de paixão.

Contigo sinto-me pisando nas nuvens
Ou me deliciando no mar
Contigo vejo o azul do céu
Com o brilho do luar.

E vejo gaivotas voando como que procurando
Um amor pra sonhar...
Mas contigo tudo se torna colorido
E nada preciso procurar...
Pois em ti encontro a razão do meu amar.

Autora 



Quadragésimo segundo poema

Desculpa se te amo.



No silêncio da noite
Vem sua lembrança
Fico pensando se
Conseguirei te esquecer.

Não sei, mais sei que preciso
Assim não da mais pra viver
Ninguém escuta meu grito silencioso
Meus sonhos desfeitos,
Nem as lágrimas que deixo cair.

Mas aqui dentro do peito
Este amor teima em existir.

Ficará marcado nas páginas
Da vida, o sentimento sincero
Que a ti dediquei...

Mas te peço, me perdoe por
Ter te amado assim...
Sei que não devia, mas foi inevitável
E agora vejo o fim...
Autora:  
   




Quadragésimo primeiro poema.

                                  

sábado, 8 de janeiro de 2011

Ja que tu vais...





Já que tu vais...
Peço-te que sejas feliz.

Já que tu vais...
Eu aceito mesmo que eu seja infeliz.

Já que tu vais...
Desejo que encontre o amor da sua vida.

Ja que tu vais...
Ficarei com a dor da partida.

Já que tu vais...
Leva a lembrança dos momentos felizes.

Já que tu vais...
Meu coração contigo levará.

Ja que tu vais...
Saibas para sempre vou te amar.

Autora :






Quadragésimo

Ja que tu vais

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Te encontrarei em algum lugar.


Voa meu pensamento,
Vai ao encontro do meu amor...
Diga que ainda sofro...
E choro com muita dor.

Sopre sobre seus ouvidos,
Minha voz que ele amava
Diga que mesmo longe...
Eu ainda o esperava.

Como uma brisa suave
E um delicado tocar,
Deslize em sua face
E sacie meu amar.

Perdido sabe que olhas
Para o além... E eu aqui tão perto
E não vês ninguém.

Sê busca consolo para teu coração.
Meu amor é este brilho que voa e
Esta ao alcance de tuas mãos.


Autora:

                                          




Trigésimo nono.







terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Coração ferido


Como sofre um coração
Procuro entender mais
Suas razões ninguém pode
Compreender.

Enquanto os olhos lacrimejam
Este mesmo coração sangra e faz doer
Uma dor que lateja, um amor por morrer.

Tentando esquecer alguém
Eu amei você, mas outra desilusão
Você só me fez sofrer.

Mas tudo bem é sofrendo
Que se aprende a viver
Continuo caminhando
E amando você.

Mas quero que saiba
Agora é pra valer
Já não quero mais chorar
Cansei de sofrer.

Autora:





Trigésimo oitavo poema.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Somente teu amor me mantém.



Ás vezes me perco no vazio
Uma lágrima escorre em meu rosto
Coração apertado, e um gélido frio.

Palavras me faltam, inspiração também.
Neste momento eu sofro, mas sempre
Teu amor me mantém.

Vejo que me rodeiam, não sei por quê?
Se todos também são amados por você.

Meu senhor é de ti que falo, em palavras
Em versos, sei que contigo não calo
E com nada me abalo.

Quem não me ama não te ama também
Pois tu me amparas e meu espírito de ti vem.

Se todos soubessem que para amar
Que nascemos tudo seria diferente

Pois sentiríamos o amor no ar
E nada nem ninguém nos deteria
De ir em frente.
Mas contigo, sei que o amor sempre vence

Por isso continuarei e mais forte
Pois sei que minha vida a ti pertence
E somente em ti encontro a sorte.
Um amor mais forte que a morte.

Autora:




Trigésimo sétimo poema.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Caminho sozinha.


Sinto um gélido sombrio
Um silencio sufocante
Um nó na garganta
E no peito um vazio.

E a dor vem de graça...
E o de graça tem seu preço...
Preço amargo de um tributo
Que vem com apresso...

Sem ser desejado... Um arremesso!
Sem dia marcado... Um tropeço!

De todo amor que te dei
Só desilusões recebi
De tudo que sonhei
Só tristeza vivi.

Agora caminho sozinha,
Deixando me levar pelo
Sopro da brisa, dou um passo
Outro passo, em passo

Sereno, deixando densas
Névoas que me tortura
Aonde vai me conduzir?
Para onde devo ir?
Nem sei.
Sozinha sem sonho, fantasia

Sem nada, somente habitante
De uma melancolia.
Percebendo o quanto a realidade é sufocada

Caminho na dádiva deste tempo,
Rumo ao espaço
Perdida do nada!


Autora:


Trigésimo sexto poema.